A formação de um compositor sinfônico: lançamento do meu livro

Amanhã, dia 14 de setembro de 2018, estarei em São Paulo para o lançamento do meu livro A formação de um compositor sinfônico: Camargo Guarnieri entre o modernismo, o americanismo e a boa vizinhança.

O livro está sendo publicado pela Editora Alameda e pela FAPESP. Integra a coleção História e Música nas Américas organizada pela professora Tania da Costa Garcia. O lançamento será 18:30 horas, na sede da editora. Rua Treze de Maio 353, Bela Vista, São Paulo.

Capa do livro A formação de um compositor sinfônico

A pesquisa

O livro é resultado de minha tese de doutorado, defendida no programa de História Social da USP, sob orientação do prof. Marcos Napolitano.

A pesquisa consultou documentação no IEB-USP, onde fica o arquivo do compositor. Utilizei principalmente a correspondência, documentação na qual se observa o contato do compositor Camargo Guarnieri com vários interlocutores que foram fundamentais na consolidação de sua carreira e na difusão de sua obra.

Também foram usados livros da época, outros documentos consultados em arquivos como o Acervo Curt Lange na UFMG e a sala Mozart Araújo no CCBB-RJ.

Estrutura do livro

O livro é dividido em 4 partes:

Parte 1 – uma discussão sobre os compositores e a história da música brasileira. Essa primeira parte discute as biografias de Camargo Guarnieri e questões relativas à formação de compositores no Brasil

Parte 2 – Formar-se compositor em São Paulo. Nessa seção, discuto o meio musical de São Paulo, as inovações trazidas pelo movimento modernista e as relações de Camargo Guarnieri com seus professores Lamberto Baldi e Mário de Andrade.

Parte 3 – Extrapolando São Paulo: vida profissional e reputação artística. A terceira parte discute o importante papel das relações que Camargo Guarnieri estabeleceu com iterlocutores fora de São Paulo. São eles Luiz Heitor Correa de Azevedo, no Rio de Janeiro, Curt Lange em Montevidéu e Charles Koechlin em Paris. Na capital francesa Guarnieri teve uma curta residência para estudar com o compositor.

Parte 4 – Entre Brasil e Estados Unidos na década de 1940. Aqui aparece o estudo sobre a inserção de Camargo Guarnieri na política de boa vizinhança, sua viagem aos Estados Unidos e suas relações profissionais e de amizade com Carleton Sprague Smith, Charles Seeger e Aaron Copland.

O estudo abrange o início da profissionalização de Camargo Guarnieri, quando de sua mudança para São Paulo capital em 1923, e acompanha a trajetória do compositor até a estreia de sua Sinfonia nº 1 em 1945.

Convite

Vocês são convidados a aparecerem por lá, haverá um coquetel.

Veja o evento no Facebook.

Modelo de formatação dos trabalhos escritos

Resolvi fazer este modelo de formatação dos trabalhos escritos depois de constatar que perco tempo precioso na correção dos trabalhos fazendo indicações sobre problemas de formatação.

Já tenho um arquivo com recomendações metodológicas, chamado Guia para fichar textos. Agora fiz o que traz indicações de formatação: Modelo de formatação dos trabalhos.

Complementar ao arquivo com o modelo de formatação, fiz imagens explicativas de como fazer a formatação no editor de texto. Estou usando software livre – o Libre Office versão 5 ponto-alguma-coisa. Recomendo este software, por ser gratuito, livre, funcional, etc. Quem prefere usar outros softwares encontrará opções parecidas para acessar as ferramentas de formatação.

Em todas as imagens abaixo pode clicar que amplia:

Imagem 1 – formatação de página

Imagem 2 – formatação de página

Imagem 3 – formatação de parágrafo (cabeçalho)

Imagem 4 – formatação de parágrafo (cabeçalho)

Imagem 5 – formatação de parágrafo (corpo do texto)

Imagem 6 – formatação de parágrafo (corpo do texto)

Planos de ensino e cronogramas das aulas (1º semestre de 2018)

Já começaram as aulas na FAP, digo, Campus de Curitiba II da UNESPAR. E eu coloquei aqui na página alguns arquivos (planos de ensino e cronogramas) referentes às minhas disciplinas.

Disciplinas

Estou ministrando disciplinas anuais, que pertencem às matrizes curriculares anteriores a 2018, e disciplinas semestrais, das novas matrizes que entraram em vigor este ano. Trabalho em dois cursos: Bacharelado em Música Popular, colegiado no qual sou lotado, e Licenciatura em Música.

As disciplinas são:

História da Música Brasileira, disciplina anual, 2º ano de Licenciatura em Música.

História da Música IV, disciplina anual, 4º ano de Bacharelado em Música Popular.

Música no Brasil I, 1º semestre de Bacharelado em Música Popular.

Música no Brasil III, 3º semestre de Bacharelado em Música Popular.

História da Música III, 3º semestre de Bacharelado em Música Popular.

História da Música V, 5º semestre de Bacharelado em Música Popular.

Para todas estas disciplinas, coloquei arquivos em pdf de: plano de ensino e cronograma. No caso das disciplinas anuais tem um cronograma do 1º bimestre. Para as disciplinas semestrais, o cronograma é da disciplina inteira.

Está tudo aqui, na aba “material de aula”.

Recomendações

Nas aulas desta semana estou expondo o plano de ensino para os alunos, explicando o cronograma, as avaliações e seus critérios e falando um pouco sobre a metodologia das aulas e dos pressupostos teóricos da disciplina.

Estou falando, também, sobre procedimentos dos alunos.

Elaborei um slide com regras básicas de sobrevivência. Todo mundo sabe, mas é sempre bom lembrar. Está aqui o arquivo.

Depois lembrei que em 2013 eu tinha feito uma apresentação com recomendações semelhantes, só que mais detalhadas.

Segue:

 

Duas defesas em março

Como orientador, terei minhas primeiras duas defesas em março.

Quem acompanha esta página ou conhece minha trajetória sabe que sou professor colaborador no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Paraná (PPGHIS-UFPR).

Estou lá desde 2015, participando da linha de pesquisa Arte, Memória e Narrativa. Assumi as primeiras orientandas de mestrado no ingresso de 2016 ao programa.

E agora elas estão prontas para defender as dissertações já finalizadas. Então aqui vai um jabá de orientador orgulhoso.

Luana Hauptman

A primeira banca será dia 09 de março, 14 horas, no prédio do Departamento de História (Rua General Carneiro, 460 – Ed. D. Pedro I), sala Prof. Carlos Antunes, 6º andar.

Luana Hauptman Cardoso de Oliveira irá defender sua dissertação Embates pela arte paranaense: Adalice Araújo entre a crítica jornalística e a direção do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (1986 a 1988).

A banca será composta pelos professores Artur Freitas (UNESPAR) e Paulo Reis (DEARTES-UFPR).

Thayla Walzburger Melo

A outra banca será dia 16 de março, 14 horas, no prédio do Departamento de História (Rua General Carneiro, 460 – Ed. D. Pedro I), sala Prof. Carlos Antunes, 6º andar.

Thayla Walzburger Melo irá defender sua dissertação Os sons da dissonância: a arte do protesto nas músicas de Raul Seixas e Secos & Molhados em tempos de autoritarismo (1973-1974).

Os membros da banca serão o prof. Marcos Napolitano (FFLCH-USP) e a profª. Miliandre Garcia de Souza (UEL).

Abertas ao público

As bancas são, como sempre, abertas ao público. Entrada franca, todos são convidados e bem-vindos.

Bancas de defesa de dissertação ou tese são grandes momentos da vida universitária. É quando se pode ver grandes especialistas e pesquisadores experientes discutindo a fundo. Além, claro, de ver a prova de fogo que consagra novos pesquisadores e os inicia na fase profissional da vida acadêmica.

É também um bom momento para se inteirar das pesquisas mais recentes, das descobertas mais novas. Manter-se atualizado com as novas tendências de temas, fontes históricas, correntes teóricas.

Assim, para quem assiste, bancas costumam ser mais interessantes e aprofundadas do que aulas.

6 anos com este blog

Em 5 de fevereiro de 2012 eu comecei este blog. Antes disso eu já tinha blogado no portal Blogger, do Google (ainda existem lá uns arquivos perdidos). E, principalmente, tinha publicado o blog Um drible nas certezas no portal O pensador selvagem. (Este não existem mais os arquivos, mas tenho um backup.)

Porque abri blog em endereço próprio

Problemas técnicos no servidor dO Pensador Selvagem me motivaram a procurar um endereço próprio. Por indicação de webmasters experientes, decidi procurar os serviços da Via Hospedagem. Registrei meu próprio domínio e… aqui estou, blogando até hoje.

Inicialmente eu tinha planejado republicar aqui todo o material que eu já tinha produzido em outros blogs. Além dos já citados acima, andei abrindo outras coisas no WordPress.com (blogs temáticos de minhas disciplinas e outras maluquices). Depois essa ideia entrou pro rol das muitas resoluções não cumpridas. Porque é sempre mais atrativo escrever coisa nova que organizar as coisas já escritas, não é mesmo?

Até hoje este endereço ainda é meio bagunçado, situação agravada pelo fato de que no início eu não tinha muita informação sobre segurança, e acabei instalando algum plugin vulnerável que abriu as portas para invasão de hackers. Ou será que foi um vírus que uma vez peguei no meu computador, via pendrive? Tive que fazer backup dos posts e reinstalar tudo. Desde então ainda tenho problemas com imagens de posts antigos, links quebrados e SEO.

Porque escrever em blog

Mas nada disso impede de comemorar. A ideia de blogar veio pra mim de duas vertentes: necessidade pessoal de expressão (tenho ganas de escrever, às vezes) e desejo de compartilhar informação. Acho que li em algum lugar alguma vez que compartilhar informação é um jeito de mudar o mundo (um pouquinho que seja).

Como sou professor e pesquisador, acaba sendo útil usar a página para postar material para meus alunos. De quebra, serve para quem mais se interessar pelo tema. Em tempos mais antigos eu também gostava de dar muito palpite sobre outros assuntos. Minhas aulas são sobre temas ligados a história e música. Mas eu sempre gostei de palpitar sobre religião, política, futebol, filmes, literatura, etc. Afinal, ninguém é de ferro.

Sobra cada vez menos tempo para ser palpiteiro em temas aleatórios, à medida que o trabalho de professor, pesquisador, orientador, parecerista, consome cada vez mais a atenção e as energias. Assim o blog foi ficando mais restrito aos assuntos das aulas. Mas sempre fico com ganas de escrever mais, que se soma às ganas que tenho de organizar o material que já produzi neste blog e em outros espaços. Quem sabe um dia?

O material do blog

Comecei o blog com este post, em 5 de fevereiro de 2012:

Meu próprio blog

Segundo o Google Analytics os posts mais lidos em 2012 foram estes:

Meu discurso de paraninfo para os formandos de Licenciatura em Música 2011 da FAP

Palpites e previsões infalíveis para o Brasileirão 2012

A programação 2012 da Camerata Antiqua de Curitiba

Sobre as cotas para negros nas universidades: a respeito da decisão do STF

A temporada 2012 da Orquestra Sinfônica do Paraná

Esses são os posts que atraíram mais leitores, que chegam normalmente pelos mecanismos de busca ou redes sociais. Mas quero dar também uma indicação dos posts que acho mais relevantes entre os que escrevi naquele ano. (Vai notar que, em geral, são críticas de concerto.)

Fabio Zanon: Villa-Lobos (coleção Folha Explica)

Gilson Peranzzetta, Célia e Daniel Migliavacca Quarteto nas comemorações dos 40 anos do Paiol

Stefan Geiger, a Sinfônica do Paraná e o filme de Lotte Reiniger com música de Wolfgang Zeller

O concerto de Ralf Ehlers no Simpósio de Música Nova em Curitiba

A Sagração da Primavera de Olga Roriz com o Balé Guaíra e a Sinfônica do Paraná

Pra essa comemoração acho que posso ficar nos posts de 2012. Espero escrever mais posts sobre coisas publicadas no blog em tempos anteriores. Aproveitei para atualizar imagens que estavam com problemas nos posts que linkei aqui.

 

Um ano de Kindle Unlimited

Em 6 de janeiro de 2017 eu vi uma promoção no Kindle Unlimited. A mensalidade é de R$ 19,90, um ano sairia por R$ 238,80. Mas tinha uma oferta para pagar um ano adiantado por R$ 167,16. Tentadores 30% de desconto, que fizeram experimentar uma assinatura.

A assinatura venceu, e agora chegou a hora de eu avaliar para ver se continuo pagando o serviço.

O que é Kindle Unlimited?

Pra quem não sabe, Kindle Unlimited é um serviço de assinaturas da Amazon, lançado no Brasil recentemente. Se não me engano foi em 2016.

Por uma mensalidade de R$ 19,90 você tem acesso a um catálogo de livros disponíveis para leitura. Os livros do catálogo do Kindle Unlimited não são pagos, estão incluídos na sua mensalidade. Você “empresta” os livros. Até 10 títulos por vez.

Terminou de ler, devolve. Quer pegar mais um livro, mas já tem 10 emprestados? O aplicativo ou o dispositivo Kindle te abrem a lista para você escolher qual quer devolver.

Página do Kindle Unlimited como aparece pra mim (as indicações são personalizadas)

Vale a pena ter Kindle Unlimited?

Vale a pena ter Kindle Unlimited? A resposta, claro, depende do quanto você lê. A tendência é – se ler muito deve valer. Caso contrário provavelmente não.

No meu caso, leio em quantidades razoáveis, por ofício (os assuntos que pesquiso e dou aula) e por gosto (literatura, assuntos de interesse geral). Como o ano foi mais corrido do que eu planejava, li menos do que pretendia. E é bem provável que minha assinatura não tenha valido pelo preço.

Talvez o maior benefício seja a possibilidade de experimentar coisas. Quer ler isso ou aquilo, mas seria caro comprar o livro só pra ver se é legal. Empresta no Kindle Unlimited e vê se gosta.

Com certeza valeu pela experiência de usar o serviço. Mas decidi fazer uma avaliação mais detalhada. Serve pra mim, e, porque não colocar aqui no blog?

Meus livros no Kindle Unlimited e o preço

A primeira coisa que acontece quando você tem Kindle Unlimited é que você vai adicionando coisas (como em todos os serviços de assinatura, imagino). A segunda coisa é que você não lê as coisas que adicionou.

Mas algumas coisas você lê. Então, fiz uma lista das coisas que adicionei, se li ou não, e quanto custaria se eu tivesse pagado o livro Kindle. A preço de agora, quando escrevo este post, porque não tenho como averiguar agora o preço que estava no momento em que peguei o livro.

O primeiro livro que peguei foi este do Jessé Souza. Tava curioso porque era um lançamento, foi bastante polêmico e discutido.

Se comprar agora está R$ 25,64 na versão Kindle ou R$ 31,92 o livro de papel. (Confira)

Se valeu à pena? Li uns pedaços, acho que o livro é ruim. Leitura pra quem tem o dever de discutir ideias de política e autores de história ou sociologia.

 

 

 

Victor Hugo, O corcunda de Notre Dame, tradução de Jorge Bastos, coleção Clássicos Zahar. Peguei emprestado e ainda não li. Não sei se a tradução é das melhores, mas claro que o livro é leitura obrigatória. Preço Kindle R$ 19,90, versão capa dura por R$ 29,19. (Confira)

Márcia Tiburi, Como conversar com um fascista. Pensei que seria uma grande leitura para nossos tempos políticos, mas o livro não é o que eu esperava. Li partes, abandonei depois. Não que seja ruim, só não cumpre o que promete no título. Preço Kindle R$ 12,90. Impresso R$ 25,90. (Confira)

Marcel Proust, Em busca do tempo perdido – vol. 1, No caminho de Swann. Biblioteca Azul da Globo Livros. Tradução de Mário Quintana publicada em 1948. Nova edição revista por Olgária Chaim Féres Matos, com prefácio e notas de Guilherme Ignácio da Silva e posfácio de Jeanne-Marie Gagnebin. Leitura obrigatória, claro. Coloquei na lista e ainda não li, claro. Preço Kindle R$ 24,61. Impresso R$ 30,68. (Confira)

Raiam Santos, Hackeando tudo. Livro bobagento de auto-ajuda, daqueles que a gente lê em começo de ano. Dicas de organização do tempo e produtividade. Tipo que livro que eu só leria de graça, mesmo, mas afinal ainda teve bastante coisa útil. Preço Kindle R$ 14,90. Impresso R$ 19,90. (Confira)

Eduardo Spohr, Filhos do Éden – vol.1 Herdeiros de Atlântida. Adicionei por curiosidade de conhecer o que a juventude de hoje anda lendo. Ainda não li. Preço Kindle R$ 29,90 (mas tá em promoção por R$ 26,91). Impresso R$ 49,90 (mas tem em promoção por R$ 21,90). (Confira)

Daniel Aarão Reis, Ditadura militar, esquerdas e sociedade. Coleção Descobrindo o Brasil da Editora Zahar. Leitura acadêmica pra mim, não muito prioritária. Ainda não li. Preço Kindle R$ 16,90. Não tem edição impressa disponível na Amazon. (Confira)

Nildo Viana, Rosa Luxemburgo e a autogestão social. Leitura de política, curiosidade minha. Não li ainda. Preço Kindle R$ 9,23. Não tem edição impressa disponível na Amazon. (Confira)

David Graeber, O anarquismo no século XXI e outros ensaios. Leitura de política, curiosidade minha. Não li ainda. Preço Kindle R$ 20,08. Não tem edição impressa disponível na Amazon. (Confira)

Avaliando

Esses foram os 9 livros que peguei no primeiro dia de navegação. Se fosse comprar a edição Kindle de cada um deles, daria R$ 166,06.

Por uma avaliação mais rasteira: valeu a pena. No primeiro dia de uso eu peguei livros que custariam o mesmo valor que paguei na assinatura anual.

Alguém vai argumentar: mas poucos você efetivamente leu! É verdade. Mas isso também acontece com os livros impressos que já comprei e com as edições kindle que já comprei. A gente vai comprando, olha a capa, o índice, lê a orelha, olha uns pedaços. Um dia lê. Boa parte fica nas listas intermináveis de coisas pra fazer. Ou seja, para os compradores de livro, o Kindle Unlimited pode tornar o mau hábito menos dispendioso.

Mais livros

Para completar a avaliação, eu precisaria fazer essa conta aí para o ano inteiro, mas é complicado e acho desnecessário.

Posso resumir avisando que peguei mais 23 livros do catálogo Kindle Unlimited ao longo do ano. Nem todos eu li, claro. Alguns eu li rapidamente só pra constatar que eram uma bobajada inútil, como esse ou esse. E fiquei feliz de precisar ter gastado dinheiro pra isso.

Outros eu sigo determinado a ler em breve, por interesse literário. Casos de O professor e O filho eterno.

Tem um sobre tecnologias digitais e aprendizagem que li uns pedaços. Não achei tão bom, mas esperava voltar a ele para achar coisas úteis para minha atividade de professor. Mas agora vi que não existe mais em Kindle – só o impresso.

Tem vários outros ali que pretendo ler em 2018, e que podem valer a pena manter uma assinatura.

Mas, sobretudo, tem os outros que efetivamente li e valeram a pena, porque provavelmente não teria descoberto ou não teria iniciado a leitura não fosse pelo Kindle Unlimited.

Especialmente a série Crônicas de Artur, de Bernard Cornwell. O 1º volume é O rei do inverno (preço Kindle R$ 29,90, impresso R$ 32,90 – mas tem em promoção Kindle por R$ 9,90 hoje). O 2º volume é O inimigo de Deus (preço Kindle R$ 29,90, impresso R$ 49,90). O 3º volume é Excalibur (preço Kindle R$ 29,90, impresso R$ 49,90).

O rei do inverno – primeiro volume das Crônicas de Artur de Bernard Cornwell

Essa série aí eu li com grande interesse, romance de fundo histórico misturado com ficção, muito bem escrito. Ao preço Kindle de tabela teria me custado cerca de 90 reais.

Mas a principal descoberta proporcionada pelo Kindle Unlimited foi certamente a Série Napolitana, Elena Ferrante. Entra fácil na lista das melhores coisas de literatura que li na vida, já andei dando de presente e recomendo para todo mundo. O primeiro volume – A amiga genial, peguei para ler de graça, e o preço Kindle é R$ 31,40. Os demais comprei a edição Kindle um deles numa boa promoção.

Então – tire suas conclusões: vale a pena pagar o serviço? Pra mim vale tanto quanto outras assinaturas de serviços digitais que tenho ou já tive: Netflix, Spotify, Folha de São Paulo versão digital.

Oficina Tópicos em História e Música

Os alunos do mestrado em História da UFPR realizam uma disciplina de Prática de Docência. Para tal podem dar aulas em disciplina da graduação ou ofertar uma Oficina. Esta foi a opção que decidimos fazer, ofertando a Oficina Tópicos em História e Música.

Oficina

A Oficina Tópicos em História e Música tem 12 horas de duração e é ofertada aos alunos dos cursos de História e de História, Memória e Imagem da UFPR. Demais interessados também podem cursar.

Será realizada nos dias 18/11, 25/11 e 02/12, das 13:30 às 17:30.

Temas

Os temas trabalhados nas aulas da Oficina são relacionados com as pesquisas que os alunos desenvolvem no mestrado:

dia 18/11 – Filosofia e música: Nietzche e Wagner

dia 25/11 – Rock brasileiro no Regime Militar

dia 02/12 – Rap no Brasil, marginalidade e periferia urbana

Ministrantes

Os ministrantes são alunos do Programa de Pós-Graduação em História da UFPR. São orientandos meus (prof. André Egg) na linha de pesquisa Arte, Memória e Narrativa.

dia 18/11 – Amanda Ribeiro Coutinho

dia 25/11 – Thayla Walzburger Melo

dia 02/12 – Vagner Santana de Melo

Local

Não conseguimos sala na UFPR para realizar a Oficina nestas datas, por isso as aulas ocorrerão no Campus de Curitiba II da UNESPAR – FAP. O endereço é Rua dos Funcionários 1357, bairro Cabral. Veja a localização no mapa abaixo:

O Campus fica a cerca de 3 quadras do terminal do Cabral. Na própria rua dos Funcionários, em frente ao Campus, há ponto de parada das linhas Juvevê – Água Verde, Interbairros 2 e Ligeirinho Inter 2.

A Oficina ocorrerá na Sala 1 do Bloco 1. Fica no piso superior. Quem chega no Campus entra pela cantina. O Bloco 1 fica à esquerda. É necessário ir até o fim do corredor e subir a escada. Chegando ao piso superior toma-se o corredor à esquerda. A Sala 1 é a primeira porta do lado esquerdo.

Mais informações

Mais informações sobre a Oficina, cronograma, temas a serem trabalhados e metodologia estão neste arquivo.

Todas e todos são bem-vindos. Quem é aluno dos cursos do Departamento de História terá a Oficina validada conforme as normas do curso. Outros interessados que cursarem poderão receber declaração emitida pelo Grupo de Pesquisa em Música, Cultura e Sociedade, que é um dos promotores do curso.

Outubro de 2017

Como já é de praxe, e atrasado como sempre, é hora de postar aqui um resumo das coisas que andaram acontecendo em outubro de 2017 na minha vida profissional e acadêmica.

Mudança de casa

Não é só na vida profissional e acadêmica não. Na vida pessoal também, um pouquinho.

Saí do bairro Santa Cândida, onde morei por quase 9 anos (desde janeiro de 2009). Vivi dias muito felizes lá, mas já estava mais que na hora de mudar. Tanto pelos pequenos problemas no imóvel, que viviam me atazanando, como pela necessidade de mais espaço, melhor localização e preço mais adequado.

De fato conseguimos um ótimo imóvel, com espaço para acomodar melhor um casal com filhos quase adolescentes e ter um escritório de trabalho. A casa antiga já estava tipo entra um livro novo tem que sair algum morador. Sem falar que não havia espaço adequado para ler, pesquisar, escrever, coisa que fazemos eu e a Maris.

A esperança é que na nova casa vocês vejam alguma melhora no resultado do nosso trabalho. Entre outras coisas porque teremos mais tranquilidade pra isso.

Quero ressaltar que, como professor da UNESPAR, dependo de espaço “home office” pago às próprias expensas para fazer meu trabalho. Na universidade não temos sala de aula suficiente, nem sala para atendimento a alunos, nem espaço suficiente de estudo na biblioteca, nem sala de departamento, nem muito menos gabinete de professores. Nem espaço de convivência também. Seguimos sendo uma universidade que o governador Beto Richa criou na lei mas não deu recursos orçamentários para funcionar nem muito menos para criar o espaço físico adequado.

Projeto Transcultur@

Em outubro finalizei o texto que vou enviar para o Dicionário de História Cultural Transatlântica. Trata-se de um projeto muito interessante, envolvendo pesquisadores e universidades da França, Brasil e Estados Unidos. Investiga-se o trânsito de pessoas, livros, obras, ideias pelo Atlântico.

Meu texto será “Música de concerto no Brasil e circulações transatlânticas: o modernismo musical” que escrevi a convite e sob coordenação do prof. Marcos Napolitano, da USP.

Ainda não está no ar, claro, tenho muita coisa pra fazer antes de ficar pronto o verbete (por enquanto só escrevi o texto, faltam os montes de coisas para linkar – imagens, sites, etc).

Mas assim que tiver novidades conto aqui. Por enquanto, dá pra saber do projeto neste site.

Qualificações de minhas orientandas

A coisa mais importante que fiz em outubro foi ver minhas primeiras orientandas de mestrado qualificando.

Eu tive muita sorte de começar a vida de orientador com alunas tão boas para trabalhar comigo. A Luana e a Thayla fizeram tudo certo, escreveram bons trabalhos e passaram com louvor pelas qualificações.

Vocês não sabem como os orientadores tem medo de pegar alunos que não conseguirão fazer o trabalho. Sim, porque é difícil conseguir bons orientandos de pós-graduação. Nem todo mundo está a fim ou tem o pique necessário para mestrado e doutorado. E é claro, quem faz o trabalho é o aluno, o orientador só orienta. Se a pessoa não se dedicar muito, não há o que faça o trabalho ficar bom.

Então, foi assim:

Dia 09 de outubro estivemos eu, Artur Freitas e Rosane Kaminski para avaliarmos o trabalho de Luana Hauptman Cardoso de Oliveira. O título foi Embates pela arte paranaense: Adalice Araújo entre a crítica jornalística e a direção do Museu de Arte Contemporânea do Paraná. Trabalho aprovado, lá por fevereiro ou março vocês terão notícias da defesa final.

Dia 16 de outubro estivemos eu, Miliandre Garcia de Souza e Allan de Paula Oliveira para avaliarmos o trabalho de Thayla Walzburger Melo. O título foi Os sons da dissonância: a arte do protesto nas músicas de Raul Seixas e Secos & Molhados em tempos de autoritarismo (1973-1974). Trabalho aprovado, aguardem a defesa final para fevereiro ou março.

Ambas as pesquisas fazem parte do meu projeto “Crítica e história: noções de identidade, engajamento e valor na produção artística conforme a discussão em textos impressos”. É o trabalho que estou desenvolvendo na linha de pesquisa Arte, Memória e Narrativa no programa de Pós-Graduação em História da UFPR. Veja mais sobre o projeto lendo a descrição no meu currículo lattes.

Este ano devo assumir novos orientandos que se inscreveram na seleção para 2018, conforme propagandeei neste post:

Lançado o edital de seleção 2018 do PPGHIS-UFPR

Fiquem atentos para as próximas seleções.

Os TCC de meus orientandos

Também foi em outubro que meus orientandos de TCC na UNESPAR entregaram os trabalhos finais. As bancas serão em novembro, fiquem de olho. Aqui tem o edital com as informações sobre todas as bancas. (Com 16 alunos defendendo seus trabalhos, esse será o recorde na história do curso)

Os trabalhos que orientei são:

Renan Alfredo de Medeiros D’Ávila – A crítica musical de Mário de Andrade no Diário Nacional em 1927, 1928 e 1929. Participarão da banca a professora Laize Guazina (como coordenadora de TCC) e o professor Fabio Poletto como convidado. A banca será dia 28 de novembro às 15:30, no Auditório Antonio Melillo da FAP (Campus de Curitiba II da UNESPAR).

Este é o primeiro TCC que oriento que resulta da pesquisa que desenvolvo. O Renan foi meu orientando de Iniciação Científica em 2015/16. O trabalho dele incorpora também informações levantadas por outros orientandos que seguem trabalhando no projeto em 2016/17 e 2017/18 no Programa de Iniciação Científica da UNESPAR.

Clara Jansson Barros – Interação entre o sagrado e o secular na música evangélica: um estudo em discos dos grupos Vencedores por Cristo e Diante do Trono. Participarão da banca a professora Laize Guazina e o professor Allan Oliveira. A banca será dia 28 de novembro, às 13:30, no Auditório Antonio Melillo da FAP (Campus de Curitiba II da UNESPAR).

O trabalho da Clara veio de encontro ao meu interesse de pesquisa com a música evangélica brasileira. Já fiz várias orientações relativas a esse tema quando fui professor na Faculdade Teológica Batista do Paraná e também na FAP. O primeiro texto acadêmico que escrevi sobre isso foi o capítulo para o livro do Joêzer. Espero que seja o primeiro de vários.

Links

Em outubro, saiu o post no blog do Grupo de Pesquisa, disponibilizando o livro da professora Ana Paula Peters:

Ana Paula Peters: Nas trilhas do choro

Como já fiz em agosto e setembro, deixo a seguir uma lista dos posts mais lidos aqui do blog no mês de outubro (conforme estatísticas do google analytics).

Meu discurso como professor homenageado dos formandos 2012 de música da FAP

Os cânticos dos cristãos nos primeiros séculos

Joezer Mendonça: O som da reforma

Orquestra Sinfônica do Paraná é uma das 5 melhores do Brasil?

A importância das orquestras e sua manutenção

História da Música Brasileira – aula 02

Meu discurso de paraninfo para os formandos de Licenciatura em Música 2011 da FAP

Sobre a música de teclado no século XVII

História da Música Brasileira – uma bibliografia

Sobre a notação da música grega antiga

 

Setembro de 2017

Eu sei, eu sei, está tarde demais para fazer um post sobre setembro de 2017 aqui no blog, mas a correria está grande, e é o que tem pra hoje.

UNESPAR

Foi em setembro que finalizamos as discussões preliminares e encaminhamos para a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROGRAD-UNESPAR) a versão preliminar dos novos PPC (Projetos Pedagógicos de Curso).

A PROGRAD deverá fazer uma avaliação técnica e os projetos deverão voltar para ajustes finais nos colegiados. Então sobem para apreciação no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE-UNESPAR). Aprovados ali, serão implantados em 2018.

A elaboração destes projetos rendeu ótimas discussões. Teremos diversas melhorias nos cursos. Algumas bem básicas e normais em universidades, mas que ainda não tínhamos, como disciplinas semestrais e matrícula por disciplinas (acredite, ainda praticamos esse negócio horrendo chamado matrícula seriada).

Mas o melhor de tudo é que discutimos e vamos implantar um núcleo comum de disciplinas entre os cursos do Centro de Música e Musicoterapia do Campus de Curitiba II (FAP) e destes com os cursos de música do Campus de Curitiba I (EMBAP). Isso favorecerá muito o fluxo dos alunos na matriz curricular e a mobilidade de alunos e professores na UNESPAR, com maior diversidade de horários disponíveis.

Considero que esta é uma das maiores melhorias que a UNESPAR está passando. Faz parte das exigências do Conselho Estadual de Educação para o processo de credenciamento da Universidade. No caso do nosso curso de Bacharelado em Música Popular o processo foi atrasado pela implantação da universidade, pois já tínhamos discussões avançadas desde 2012 para uma nova matriz curricular.

Mestrado em música

Já faz um tempo que estamos projetando um mestrado em música na UNESPAR. Até o momento não fomos bem sucedidos em nossas tentativas junto à CAPES.

O projeto que submetemos em 2017 foi aprovado em todos os quesitos menos um: indicativos de produção docente.

Continuamos trabalhando nisso, e reapresentamos o projeto este ano. Foi em setembro que finalizamos as discussões, e a documentação. Em outubro deve ser feita nova submissão à CAPES. Esperamos sucesso desta vez.

A novidade é foi feito um processo convidando novos professores. Vários manifestaram interesse e tiveram seus currículos avaliados conforme as recomendações da CAPES (projetos de pesquisa ativos, experiência de orientação, publicações qualificadas).

Tivemos vários docentes aprovados e incorporados à proposta. Com isso nossa equipe aumentou. Se formos aprovados pela CAPES este ano, um dos fatores terá sido esse aumento no nosso “time”.

Pós-graduação em História

Foi em setembro que o pessoal fez as inscrições para o mestrado e o doutorado em história da UFPR. Eu tinha dado a dica e convocado os interessados aqui no blog:

Lançado o edital de seleção 2018 do PPGHIS-UFPR

Felizmente eu tive alguns corajosos que se inscreveram para tentar mestrado e doutorado sob minha orientação.

Sempre tem também aqueles não conheço e trazem bons projetos. Até hoje só peguei orientandos assim. Se eu pegar ex-alunos de graduação ou projetos próximos das minhas pesquisas este ano, será uma grande novidade.

O portal do processo seletivo para 2018 tem os editais com os inscritos, e em breve deve sair o resultado das provas teóricas. Após isso teremos as avaliações dos projetos e as entrevistas.

Bancas

Uma das coisas legais da vida de professor doutor é participar de vez em quando de bancas de trabalhos muito interessantes.

Em setembro participei da Qualificação do mestrado de Francisco Okabe, orientando do professor Edwin Pitre-Vásquez. O Francisco está fazendo um trabalho muito interessante sobre Waltel Branco. Acho que é a primeira pesquisa em um curso de pós Stricto Sensu sobre o músico.

O trabalho vai ficar bem interessante. Já tem um catálogo das gravações em que Waltel participou (discos autorais, participações como violonista, como guitarrista, como compositor, como arranjador, como produtor). Vai ter ainda mais coisa interessante até o final.

Uma das melhores coisas foi conhecer de perto o professor Ivan Vilela, da ECA-USP. Depois da banca ele fez uma fantástica palestra-show no DAERTES/UFPR, com a viola caipira e muitas histórias interessantíssimas.

Livro

Foi em setembro que saíram as informações do livro O som da reforma, organizado por Joêzer Mendonça. Sou autor do capítulo sobre música e a reforma calvinista. Sobre este livro fiz um post explicativo em setembro, aqui no blog:

Joezer Mendonça: O som da reforma

Capa do livro O som da reforma que sai pela Editora CRV

A novidade é que já peguei meus exemplares, e comprei uma cota extra – tenho alguns para vender.

Posts mais lidos

A quem interessar possa, estes são os posts mais lidos deste blog em setembro, segundo estatísticas do Google Analytics:

Meu discurso como professor homenageado dos formandos 2012 de música da FAP

 

Os cânticos dos cristãos nos primeiros séculos

 

Orquestra Sinfônica do Paraná é uma das 5 melhores do Brasil?

 

Meu discurso de paraninfo para os formandos de Licenciatura em Música 2011 da FAP

 

Quando começa a História da Música?

 

Jorge Amado: Seara vermelha (1946)

 

Lançado o edital de seleção 2018 do PPGHIS-UFPR

 

Música nos primeiros séculos de colonização da América Portuguesa

 

Joezer Mendonça: O som da reforma

A importância das orquestras e sua manutenção

Joezer Mendonça: O som da reforma

A uns dias atrás eu contei aqui no blog que eu tinha escrito um capítulo para um livro sobre a música na reforma protestante. Pois bem, já está pronto. Na verdade falta imprimir a tiragem, mas já está em pré venda no site da editora. O livro é O som da reforma: a música no tempo dos primeiros protestantes, organizado por Joêzer Mendonça.

O livro, é claro, aproveita a ocasião da comemoração dos 500 anos da reforma luterana para fazer uma saudável e interessante discussão.

O livro

Capa do livro O som da reforma que sai pela Editora CRV

O livro está saindo pela Editora CRV, a mesma que já lançou nosso Música, cultura e sociedade: dilemas do moderno. É um livro coletivo, com vários autores, cada um escrevendo um ou mais capítulos temáticos.

Os assuntos envolvem o pensamento sobre música e as mudanças promovidas pelas várias tradições reformadas. Tem capítulos sobre luteranos, calvinistas, anabatistas, catolicismo tridentino (reforma católica). Acho que só faltou um capítulo mais específico sobre os anglicanos. É claro que eu ainda não li o livro, pode ser que o assunto esteja no capítulo sobre reforma na Escócia e na Inglaterra.

Informações sobre o livro, capa, sumário, apresentação, podem ser vistos aqui na página da editora. Ali também dá pra reservar seu exemplar, ao preço promocional de R$ 35,90 (o preço oficial é R$ 41,90).

Os autores

O livro foi organizado por Joêzer de Souza Mendonça, professor da PUC-PR, Doutor pela UNESP, pesquisador da música sacra evangélica. Sobre este assunto ele já publicou o livro Música e religião na era do pop.

Ele convidou vários autores que tem uma boa trajetória acadêmica e que são pesquisadores ou interessados no tema da música religiosa e das tradições reformadas.

Os autores são: Joêzer Mendonça (PUC-PR), André Egg (UNESPAR), Dorotéa Kerr (UNESP), Isaac Malheiros, Jaqueline Dolghie, Jetro Meira de Oliveira (UNASP), Jane Borges (UFSCar), Kátia Kato, Marcell Steuernagel, Márcio Antonio de Almeida (UNISAL), Parcival Módolo.

Lançamento

Em breve o livro estará impresso e disponível. Acredito que haverá algum evento de lançamento, no mínimo nas universidades dos autores envolvidos. Teremos alguma coisa sobre ele também na 1ª Jornada de Música e Religiosidades da PUC-PR (dias 7 e 8 de novembro).