Abril de 2017

Eu sei, eu sei, foi mal. Está bem tarde para escrever sobre abril de 2017. É que abril foi um mês agitado. Começou o ano letivo 2017 na UNESPAR, e eu assumi várias disciplinas. Estou com um conjunto de matérias e turmas que eu não tinha desde 2014. Então, mais trabalho para preparar tudo (sem falar que a definição de quais matérias cada um assumiria foi muito tarde, por causa de um entrave jurídico no Teste Seletivo que impediu a contratação de um professor substituto). Além disso, tem as orientações de IC e de mestrado, o Grupo de Pesquisa

Lançamento do livro

Uma das coisas que agitou abril foi a organização dos eventos de lançamento do livro Música, cultura e sociedade: dilemas do moderno, que eu organizei e saiu pela Editora CRV.

Estamos fazendo eventos acadêmicos, onde vários autores participam de uma mesa para conversar sobre seus capítulos. O primeiro foi na FAP (UNESPAR – Campus de Curitiba II), no dia 11 de abril. E o segundo foi no Programa de Pós-Graduação em História da UFPR, no dia 17. Contei sobre ambos neste post:

Lançamento do livro Música, cultura e sociedade

Tem outros eventos programados (e um até já aconteceu na EMBAP, Campus de Curitiba I) – mas isso é assunto para maio.

Capa do livro Música, cultura e sociedade: dilemas do moderno

O importante é que o livro foi resultado de pesquisas que estão somando um esforço reflexivo, e que faz parte do processo para criarmos um mestrado em música na UNESPAR. Já participamos duas vezes do processo de avaliação da CAPES, e ainda não fomos aprovados. Continuamos insistindo.

Tenho exemplares do livro para vender (já vendemos quase metade da cota que pegamos na editora) – quem quiser pode procurar comigo. O livro está à venda na Livraria da Travessa. Também é possível encomendar pelo site da editora.

Posts no blog

Pelos mesmos motivos do atraso com este post, não saiu muita coisa aqui no blog em abril. A lista vem a seguir, e inclui um post já linkado acima:

Já estão no ar meus Planos de Ensino 2017

Lançamento do livro Música, cultura e sociedade

Eduardo Jardim: Eu sou trezentos – Mário de Andrade, vida e obra

Veja também os posts sobre os meses anteriores:

Março de 2017

Fevereiro de 2017

Janeiro de 2017

Minhas aulas na UNESPAR

Abril foi o mês da retomada. Começamos o calendário 2017, e pretendemos fechar este ano alinhando o calendário acadêmico com o calendário solar. Devido a problemas com o vestibular, greves docentes e ocupação estudantil, passamos os últimos anos às voltas com calendários irregulares. Agora acho que podemos terminar o ano no prazo e começar 2018 na época propícia.

Este ano não escrevi posts novos aqui no blog sobre minhas disciplinas. Mas tem posts dos anos anteriores que estou usando nas aulas. Além disso tem links para alguns slides que ando mostrando para os alunos. As disciplinas que eu trabalho são História da Música I, II, III e IV no curso de Bacharelado em Música Popular e História da Música e História da Música Brasileira no curso de Licenciatura em Música.

A seguir os links referentes aos assuntos das aulas de abril:

Slides de uma aula sobre a República Musical

Slides de uma aula sobre Beethoven

Slides de uma aula sobre Música de teclado no séc. XVII

Post A música grega antiga aqui no blog

Post Sobre a notação da música grega antiga aqui no blog

Post de uma aula sobre A invenção do fonograma aqui no blog

Post de uma aula sobre Música nos primeiros séculos de colonização na América Portuguesa aqui no blog

Post Os cânticos dos cristãos nos primeiros séculos aqui no blog

Vamos ver se nos próximos meses consigo voltar a escrever posts no blog sobre os assuntos das aulas. Os linkados acima são posts que escrevi em 2013, 2014 ou no ano passado.

Livros, filmes e etc.

No Netflix, acho que as últimas coisas são: eu e a Maris estamos assistindo The Crown, ótima série britânica sobre os dilemas da jovem rainha Elizabeth na década de 1950; continuo assistindo The flash com as crianças, e estamos gostando bastante; estou assistindo o excelente documentário Five came back sobre o envolvimento de cinco cineastas norte-americanos no esforço de guerra – todos eles foram a locais de combate como documentaristas durante a 2ª Guerra Mundial.

Nos livros, entre o monte de coisa que começo a ler e vai ficando pendurado, estou me divertindo com Inferno, de Dan Brown, que meu vizinho me emprestou. Acho que o enredo tem umas coisas meio forçadas, mas sobretudo estou gostando muito das “visitas guiadas” que o autor proporciona. Tem muita coisa legal sobre a Divina comédia de Dante, várias obras de arte e uma verdadeira imersão cultural em Florença, Veneza e Istambul. Além de muita informação histórica dada de forma divertida.

Nesta coisa de fazer história em obras de ficção, não chega nem perto da capacidade de Umberto Eco. Mas Dan Brown não está muito longe de outros autores que gosto muito com estilo parecido: Frederick Forsith e Mario Puzzo.

Fui convidado a escrever um capítulo sobre música na tradição calvinista em um livro que está em preparação. Organizado pelo meu colega Joêzer Mendonça, discutirá música na tradição protestante por ocasião dos 500 anos da Reforma. Por causa deste texto comprei algumas coisas muito boas pra ler, entre elas o que acho que é a melhor edição em português das Institutas de Calvino. A tradução de Caros Eduardo de Oliveira publicada pela editora da UNESP. O título é A instituição da religião cristã. Tem também vários livros interessantes do prof. Alister McGrath sobre a tradição calvinista traduzidos e publicados no Brasil. E estou mergulhando no acervo do Theological Commons do Princeton Theological Seminar para encontrar muita fonte documental interessante.

Tomara que eu não tenha esquecido nada importante, por que escrevi isso correndo…

 

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