Janeiro de 2017

Tentando manter uma certa organização das coisas que ando lendo, assistindo, escrevendo, fazendo, inicio com este post Janeiro de 2017 uma série que pretendo publicar a cada mês.

Eu escrevi

A importância das orquestras e sua manutenção (aqui no blog)

Que tipo de evangélico eu sou (no Medium)

Que tipo de esquerdista eu sou (no Medium)

Resoluções de ano novo #1: ficar menos no Facebook (no Medium)

Dá pra ver que pretendo usar o Medium para escrever um bocado de coisas. Talvez um bom critério seja continuar usando esta página para textos mais aprofundados sobre assuntos que eu entendo alguma coisa e o Medium para reflexões mais rápidas do dia-a-dia. Mais ou menos o que seriam os “textões” do Facebook, só que pretendo escrever cada vez manos naquela rede inóspita. Para links e coisas mais ligeiras, continuo firme no Twitter – vocês deviam me seguir lá.

Ando lendo

Tentei atualizar um pouco a barra lateral de links, com as coisas que estou acompanhando no meu Feedly. Será útil você me seguir no Medium, não só pelas coisas que eu escrevo lá, mas principalmente pelos textos que leio e recomendo. E o Twitter também continua servindo muito pra isso.

No início do ano aproveitei uma promoção e fiz assinatura anual do Kindle Unlimited. Acho que é muito recomendável para quem gosta ou trabalha com leitura de livros. Afinal, os benefícios deste serviço no mercado editorial são semelhantes aos provocados pelo Netflix no mercado de audiovisual.

Por conta disso, não estranhe se eu de vez em quando indicar uns negócios estranhos aqui. Provavelmente será que estou aproveitando pra ler “de graça” (ou seja, já incluso no serviço pago) algum livro que não leria se tivesse de comprá-lo.

O primeiro caso é o de Hackeando tudo, um livro fraco mas com ideias úteis. Inclusive me ajudou em algumas resoluções de ano novo e na vontade de organizar listas como as que farei nestes posts mensais.

Na verdade, ideias de organização pessoal e produtividade de trabalho intelectual eu tive as melhores nas conversas com o professor Danilo Ramos, da UFPR, grande amigo e inspiração pra muita coisa. (Ele é co-autor comigo neste livro, não deixe de comprar).

Outras coisas eu não terminei de ler ou não terminei de fichar/resenhar. Merece menção que terminei a biografia de Mário de Andrade escrita por Eduardo Jardim. Devo postar aqui um comentário detalhado em breve.

 

Eduardo Jardim, Eu sou trezentos: Mário de Andrade, vida e obra

No Kindle também estou lendo outros livros que recomendo muito, embora ainda esteja no início da leitura (e talvez não escreva sobre eles por falta de tempo):

Márcia Tiburi, Como conversar com um fascista

Amós Oz e Fania Oz Salzberger, Os judeus e as palavras

Sobre notícias e textos de internet, ainda estou arranjando um jeito de fazer links, no caso provavelmente será um processo semanal. Por enquanto, acompanhe ao vivo no Twitter.

Estou assistindo

Bem, janeiro era para ser um mês de muitos bons concertos. Infelizmente, na onda dos políticos recém eleitos que estão tentando provocar o fim da civilização, temos nosso alcaide Rafael Greca. Ele decidiu extinguir a Oficina de Música de Curitiba após 36 edições ininterruptas. Foi um janeiro silencioso. E comentarei mais sobre isso em um post que já está em rascunho.

Fora isso, nas locadoras já está Kubo, animação que assisti com a família e recomendo bastante.

No Netflix estou tentando terminar a série Os Bórgias – boa tanto como filme e como enredo, tanto quanto pelo conteúdo histórico. Embora há que se descontar diversas imprecisões praticadas em favor de romancear a trama.

Também estou no final de Downton Abbey. É uma ótima série sobre mudanças sociais durante e após a 1ª Guerra Mundial – do ponto de vista dos trabalhadores de uma propriedade da nobreza rural inglesa.

E comecei Vinkings, depois de muita gente me recomendar – confirmo que é bom, sim, assistam.