Crítica da história “Piteco Ingá” – por Mariana de Souza Egg

Capa da história encomendada a Shiko por Maurício de Souza

Capa da história encomendada a Shiko por Maurício de Souza

A capa de Piteco Ingá é bem detalhista e dela dá para notar que as personagens são bem diferentes do que os do Maurício de Souza.

Os traços são bem detalhistas, as personagens são bem reais. Ele usa cores bem marcantes.

É um livro bem legal. É recomendado para crianças e adultos, de qualquer idade.

O cabelo das personagens é bem realista e parece que o do Piteco foi bem difícil de fazer. O desenhista consegue fazer movimento nas peles de animais.

A história tem quatro personagens principais: Piteco, Tuga, Beleléu e Ogra. Na história a Tuga é raptada pelos homens-tigre, e o Piteco, o Beleléu e a Ogra têm que atravessar os domínios do povo de Ur para encontrá-la.

O Piteco de Maurício de Souza: o corajoso caçador Piteco foi criado por Maurício de Souza em 1963, para um jornal de Bauru, cidade no interior de São Paulo. O seu nome verdadeiro é Pithecanthropus Erectus da Silva – uma brincadeira com o termo científico que designa o homem das cavernas, acrescido do brasileiríssimo sobrenome Silva. (p. 80)

Os homens-tigre acreditam no deus-tigre e se vestem com as peles do animal ao qual adoram.

O povo de Ur acredita em M-Buantan, ela desvia os viajantes e os caçadores de seu caminho, fazendo com que morram de fome, cansaço ou que afundem no lodo. A aldeia de Lem acredita  em Arapó-Paco. É o deus das matas, e ajuda os viajantes e caçadores a cruzarem seus domínios.

Uma vez que eu viajei para Bombinhas  com a minha família nós fomos passear em Porto Belo. Em Porto Belo nós fomos para uma livraria e minha mãe me mostrou este livro que estava numa prateleira. Eu fiquei bem surpresa e curiosa. Então decidimos comprar este livro. Eu já comecei a ler na hora mesmo, e achei muito legal, foi um dos melhores livros que eu já li.

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