Sobre

Sobre André Egg:

É professor do Campus de Curitiba II da UNESPAR (antiga Faculdade de Artes do Paraná – FAP). Trabalha com disciplinas de História da Música. Já foi coordenador do curso de Bacharelado em Música Popular (2011-2013) e Diretor do Centro de Música e Musicoterapia (2014-2016).

É professor colaborador no PPGHIS-UFPR, onde orienta e pode orientar pesquisas de mestrado que liguem história com música, cultura brasileira, crítica, política – principalmente no século XX.

Trajetória acadêmica

É Licenciado em Música pela EMBAP, mestre em História pela UFPR e doutor em História Social pela FFLCH-USP. É organizador do livro Música, cultura e sociedade: dilemas do moderno, publicado pela editora CRV, , e um dos organizadores do livro coletivo Arte e política no Brasil: modernidades, publicado pela editora Perspectiva. As principais publicações estão indicadas aqui, e o currículo completo fica na plataforma Lattes.

A pesquisa de mestrado foi sobre Guerra Peixe e o Grupo Música Viva, e o doutorado sobre Camargo Guarnieri nos período 1923-45. A pesquisa atual é sobre crítica musical de Mário de Andrade.

Escrevendo na internet

Foi colaborador do jornal Gazeta do Povo, onde manteve entre 2011 e 2015 o blog História Cultural. Foi colaborador da Revista Amálgama e já manteve diversos blogs sobre assuntos culturais e sobre as matérias que leciona. Atualmente concentra-se apenas em escrever nesta página pessoal e em fazer comentários apressados no Twitter. Também ensaia alguns textos mais inconsequentes no Medium.

Músico

Como professor de violão, teoria musical e harmonia,  trabalhou no Conservatório de MPB de Curitiba, na Escola de Música Paidéia e na Escola de Música Villa-Lobos da Casa da Cultura (Joinville, SC).

Já foi violonista, e foi visto tocando solo ou em grupo, principalmente em Curitiba, mas também em outros lugares. A carreira musical entrou em estado de dormência prolongada devido à dedicação à pesquisa em história, e graças a um tampo de violão quebrado e unhas descoladas por psoríase. A decisão de voltar a ferir as 6 cordas, embora sempre adiada, está cada vez mais próxima. Por enquanto contenta-se com a glória de ter sido aluno de Valdomiro Prodóssimo, Orlando Fraga e Luiz Claudio Ribas Ferreira. E e de ter tocado com gente como Fabiano Zanin, entre outros.

Atualmente inicia estudos de viola de arco, com o professor Horst Brunner. Sob sua direção está sentando na estante da Orquestra da Igreja Evangélica de Barreirinha.

Outras atividades e interesses

Foi professor da Faculdade Teológica Batista do Paraná entre 2005 e 2007, onde lecionou disciplinas de história do cristianismo e de música. Teve uma vida de intenso trânsito religioso entre denominações evangélicas (igreja presbiteriana, comunidades evangélicas, igreja dos irmãos, igreja batista, igreja luterana). É membro da Igreja Evangélica da Barreirinha.

Jogador de futebol enrustido, pode ser visto sofrendo humilhações da bola junto com um grande time de amigos num campo de grama sintética próximo ao Couto Pereira. Torcedor do Coritiba, já andou escrevendo sobre futebol no blog Do alto de tantas glórias.

Em fins da década de 1980 foi nadador pelo Clube Desportivo Amaral, participando de campeonatos no CEFET-PR e no Clube Curitibano. Depois de uma pausa de quase 30 anos, voltou às piscinas em 2017. Agora treinando para não se afogar nas piscinas do Círculo Militar do Paraná.

Jogador de xadrez em preparação para a disputa do campeonato suburbano de 2045. Seus momentos de glória nas 64 casas foram no clube de xadrez do CEFET-PR, onde estudou entre 1989 e 1993. Ali tomou surras homéricas de enxadristas ilustres como Adwilliams Luciano de Souza ou Acir Rogério Calçado.

É casado, e tem dois filhos.

2 thoughts on “Sobre

  1. Flavio Silva

    André,
    peguei na internet trabalho seu sobre o grupo Música Viva, de 2005. Estou curioso de saber se você tem exemplares do boletim do grupo, e quais.
    Há algum outro trabalho seu ou de alguém mais do Paraná envolvendo o MV?
    Abraço,
    Flavio

     
    Reply
    1. andreegg

      Oi Flavio!

      Eu tenho fotocópia da coleção disponível na DIMAS-BN, se não me engano falta apenas o primeiro número. Acho que é do acervo do Andrade Muricy.

      Estou procurando outros trabalhos porque estou revisando a dissertação para virar livro. Logo te mando mais informações. Mas colegas próximos a mim pesquisando isso não tem não.

      Abraço,

       

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